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Publicado em 27/03/2007 por Zonaalvo Assessoria Esportiva

O que falta para Phelps?

Os recordes mundiais superados no 3º dia das finais de natação do XII Campeonato Mundial, em Melbourne, foram curiosamente de marcas que – pelo menos para nós – eram muito difíceis de serem superadas, aquelas que a gente diz “ah, ainda vai dar pra aguentar mais uns 2-3 anos”…
Isso só prova que os 3 novos recordistas são atletas além de excepcionais. Michael Phelps já tinha em mente quebrar este recorde no Mundial de Montreal. Lá, suas parciais foram 24.72, 51.13, 1:18.31, 1:45.20. Em Melbourne, a prova teve um grande diferencial: as golfinhadas, principalmente a última saindo próximo da marca dos 15m – o máximo permitido na regra. As parciais agora: 24.47, 51.00, 1:17.73, 1:43.86. Em dois anos, Michael Phelps obteve uma melhora de 1s34. Em Montreal fechou para 27.89. Em Melbourne, 26.13! Foi o melhor últimos 50m da história? Não, Ian Thorpe fez inigualáveis 25.80 em 2001.

Imaginem o que acontecerá no reveza 4x200m livre, com a possibilidade dele nadar para 1:42 fechando o reveza…

Com esta vitória, Phelps chega a sua 7ª medalha de ouro individual em Mundiais.

Dominando os 200m borboleta, agora ampliando sua vantagem técnica em cima dos adversários nos 200m livre, imbalável nos 200m medley, o que mais falta a ele? Claro, os 200m peito será muito difícil – senão impossível – dele competir em um Mundial, simplesmente pelo fato de que ele tem outras opções muito melhores. Então só resta a opção que tentou no Pan-Pacífico do ano passado, os 200m costas. Mas é só chegar perto do rei Aaaron Peirsol, que o mesmo já melhora ainda mais seus recordes mundiais… Ou seja, é páreo duro. Então, é páreo para Michael Phelps.

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