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Publicado em 19/05/2009 por Zonaalvo Assessoria Esportiva

A atitude tomada pelos ciclistas de não disputar

Atitude tomada pelos ciclistas de não disputar a 9ª etapa do Giro d’Italia, realizada em um circuito em Milão, recebeu tanto apoio quanto críticas de figuras importantes do ciclismo

 

Danilo Di Luca (LPR), líder da classificação geral do Giro d’Italia, afirmou que o protesto realizado na 9ª etapa da competição, realizada ontem, dia 17, se transformou em uma “palhaçada”.

Alegando falta de segurança no percurso montado em Milão, o pelotão decidiu pedalar em um ritmo mais tranqüilo, em torno dos 32 km/h. Segundo Di Luca, a idéia era deixar seguir na frente a Rabobank, equipe do espanhol Pedro Horrillo, que sofreu uma grave queda na etapa de sábado, dia 16, e está hospitalizado.

No entanto, o acordo foi quebrado no final do desfile, que virou uma disputa vencida pelo inglês Mark Cavendish (Columbia).

Johan Bruyneel, diretor da Astana, equipe de Lance Armstrong, concordou com a atitude dos corredores, afirmando esperar que a “decisão permita aos corredores chegar a um melhor entendimento e a ser mais fortes no futuro, sobretudo em matéria de percursos e de organização de corridas”.

Mas nem todos estavam de acordo com o ato. Como Ângelo Zomegnan, diretor do Giro d’Italia. “Este circuito requer arrancadas explosivas. Requer que os corredores tirem suas bundas dos selins de suas bicicletas, e alguns competidores que não mais tão jovens parecem não ter vontade de fazer isso”, declarou Zomegnan. “Parece que suas pernas ficaram mais curtas e suas línguas mais longas”, atacou, se referindo, provavelmente, a Lance Armstrong, apontado como um dos mentores do rechaço.

Embora o dono da maglia rosa negue que Armstrong tenha sido o principal agitador, Filippo Pozzato (Katusha) apontou que “depois da primeira volta, Lance disse que o circuito não deveria ser disputado”. E ponderou que “decisões como esta não devem ser feitas durante a corrida, mas antes. Em muitas vezes que você toma decisões durante a competição, você comete erros”.

Cedric Vasseur, presidente da Organização de Equipes Profissionais (CPA) e ex-companheiro de equipe de Armstrong, apoiou a atitude, considerando que “os organizadores podem estar um pouco frustrados

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